Hoje faz um ano…

…que encaixotei minhas tralhas e resolvi fazer de uma mochila meu armário. Não que tenha sido difícil, tenho poucas roupas e já era mais do que hora de partir. Eu tinha meus motivos pessoais/profissionais e um plano “A”: me estabelecer na Europa, onde eu encontrasse um trampo e pudesse continuar viajando nas horas vagas. Decidi em maio, saí do trabalho em junho, mas foi só … Continuar lendo Hoje faz um ano…

Aeroporto.

O relógio marca 18:10 em Lima, Peru. Ainda devo esperar quatro horas para embarcar. Cansada de ler, parei para observar a sala de embarque ao meu redor. Bagagens viram mesas de jogos, celulares viram albums de fotografias, cadeiras viram camas, mochilas viram travesseiros, livros viram apoio para escrever (no meu caso), notebooks viram TV, pessoas chegam e pessoas partem; sozinhas, em casal ou em grupo. … Continuar lendo Aeroporto.

O dia que Rafael viu o mar.

Cheguei em São Paulo dia 24 de novembro, depois de 14 horas de viagem, poucas de sono e alguns imprevistos. Entrei no avião com destino a Jaguaruna, minha última parada antes de chegar em casa, e enquanto me dirigia ao meu assento na janela, ouço o cara ao lado exclamar “que pena! Achei que não viria ninguém e eu poderia ficar na janela.” Sem exitar, … Continuar lendo O dia que Rafael viu o mar.

Sofá.

Cheguei na casa do Bugra e logo me deparei com a bagunça. Comida, cigarros e bebidas espalhados pela casa, sofá quebrado e colchões no chão. Olhei pro meu amigo, que me olhou de volta com cara de “acho que entramos numa roubada”. Couchsurfing tem dessas coisas. Diferente de ficar na casa de um amigo ou conhecido, onde já se tem certa intimidade, ficar na casa … Continuar lendo Sofá.