O dia que toquei nas mãos de um cadáver balcânico.

Era 8 de dezembro, uma sexta feira. Com a alta movimentação na cidade, cogitamos que estivéssemos presenciando um feriado religioso. Não foi pelo fato da ordenação de novos padres que estava rolando naquele dia — era padre e bispo que não acabava mais — mas porque em todas as igrejas que entrávamos percebemos muitos fiéis beijando constantemente imagens de Santos na parede e fazendo o símbolo da cruz. A … Continuar lendo O dia que toquei nas mãos de um cadáver balcânico.