Hoje faz um ano…

…que encaixotei minhas tralhas e resolvi fazer de uma mochila meu armário. Não que tenha sido difícil, tenho poucas roupas e já era mais do que hora de partir. Eu tinha meus motivos pessoais/profissionais e um plano “A”: me estabelecer na Europa, onde eu encontrasse um trampo e pudesse continuar viajando nas horas vagas. Decidi em maio, saí do trabalho em junho, mas foi só … Continuar lendo Hoje faz um ano…

Notas de uma viajante – parte 4

As vezes parece que ouço todas as línguas do mundo dentro de um único vagão. Sempre tive a curiosidade de saber como o português brasileiro soaria à meus ouvidos se não fosse minha madre língua. Já que isso não é possível, acabo descobrindo pelas outra pessoas. Tirando o fato de que temos uma diversidade de sotaques – e nunca entenderei porque insistem que catarinenses falam … Continuar lendo Notas de uma viajante – parte 4

Não esqueça seu passaporte, nem o nome do seu avô.

A primeira vez que entrei em Israel eu não tinha bilhete de volta, o que poderia ser um grande motivo para me fazerem mil perguntas e explicava minha ansiedade. Para minha surpresa o policial nem um “oi” sequer me deu. Pegou meu passaporte, imprimiu o papel de entrada* e finalmente coloquei meus pézinhos em Tel Aviv. Então resolvi fazer uma viagem com meu companheiro para … Continuar lendo Não esqueça seu passaporte, nem o nome do seu avô.

Permita-se errar: sobre aprender uma nova língua.

“Hi Sir! Can I help you?” – o atendente de uma pequena loja de eletrônicos se dirigia ao meu pai, em nossa viagem aos Estados Unidos. A resposta dele foi em forma de gesto – o de apontar o dedo em minha direção. E eu, no ápice da adolescência quando tudo nos faz passar vergonha, tive que me virar nos trinta para explicar pro americano que … Continuar lendo Permita-se errar: sobre aprender uma nova língua.

Brasileira?

Já morei em alguns países e perambulei por muitos outros, esbarrando com pessoas de diversas nacionalidades. É inevitável a tendência de julgar o desconhecido pelos meios de informação que temos a mão, e eles muitas vezes são pobres ou nos mostram apenas um lado. Por isso são tão comuns os famosos estereótipos. Eu já fui confundida como estrangeira dentro do meu próprio país. Numa dessas vezes, … Continuar lendo Brasileira?