Lar, doce lar.

A expressão “viajar é bom, mas voltar para casa é ainda melhor” sempre me incomodou. Afinal, onde fica minha casa? Nasci e cresci em Criciúma, no sul do Brasil. É dali que mantenho meus maiores laços de relacionamento com família e amigos. Completei minha maior idade em Cambridge, na Inglaterra, e foi lá que descobri que viajar sozinha era possível, o mundo não era um … Continuar lendo Lar, doce lar.

Guarda-chuva

Nunca me achei uma pessoa adepta à guarda-chuvas. Constatei minha teoria quando morei na Inglaterra. Lá guarda-chuva é coisa séria. As pessoas lidam com esse apetrecho com assaz destreza que parecem seguir uma série de regras de etiqueta com a sombrinha na mão. Movem para cima, para o lado, se abaixam…fazem manobras incríveis para não esbarrar no guarda-chuva vizinho sem se molharem, tudo isso com … Continuar lendo Guarda-chuva

O dia que Rafael viu o mar.

Cheguei em São Paulo dia 24 de novembro, depois de 14 horas de viagem, poucas de sono e alguns imprevistos. Entrei no avião com destino a Jaguaruna, minha última parada antes de chegar em casa, e enquanto me dirigia ao meu assento na janela, ouço o cara ao lado exclamar “que pena! Achei que não viria ninguém e eu poderia ficar na janela.” Sem exitar, … Continuar lendo O dia que Rafael viu o mar.

Dos diferentes pratos.

Sou péssima na cozinha, mas todas as vezes que moro fora ganho 3kg. É regra! Nem mais, nem menos. Estou começando a desconfiar que a culpa é da gravidade, pois piso em terras tupiniquins e os 3kg somem rapidinho. Enfim, não ser uma boa cozinheira faz você passar vergonha quando tem que cozinhar um prato típico do seu país para os amigos. Então eu sempre … Continuar lendo Dos diferentes pratos.

Das surpresas no roteiro.

Hoje saindo para comprar umas frutas, dei de cara com um grupo de pessoas vestidas com túnicas brancas e alguns detalhes em preto, vermelho e verde (cores da bandeira do Quênia) andando no meio da rua e cantando, enquanto um homem carregava uma bandeira com escritos que, infelizmente, não me lembro agora. Estava sem o celular para registrar o momento mas se tratava de um … Continuar lendo Das surpresas no roteiro.

Das minhas várias famílias.

Toc Toc. – Niki? Niki?? É a voz do Jacob. Abro a porta e, junto com ele, entram o resto da trupe. São nove da noite e eles vieram aqui ver como eu estava. Passei o dia meio mal de saúde (nada grave), então voltei pra casa bem mais cedo que o normal. – Como você está? Está melhor? Sim, estou melhorando. Sabendo disso eles … Continuar lendo Das minhas várias famílias.